Leandro decide e Palmeiras bate a invicta Ponte Preta no Paulistão Reviewed by Momizat on . [caption id="attachment_518" align="alignleft" width="300"] Imagem: Divulgação[/caption] O Palmeiras conseguiu neste domingo, em Campinas, uma importante vitóri [caption id="attachment_518" align="alignleft" width="300"] Imagem: Divulgação[/caption] O Palmeiras conseguiu neste domingo, em Campinas, uma importante vitóri Rating:
Você está aqui:Home » Campeonato Paulista » Leandro decide e Palmeiras bate a invicta Ponte Preta no Paulistão

Leandro decide e Palmeiras bate a invicta Ponte Preta no Paulistão

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

O Palmeiras conseguiu neste domingo, em Campinas, uma importante vitória por vários motivos. O triunfo por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, pela 17.ª e antepenúltima rodada do Campeonato Paulista, serviu para dar mais moral ao time, que conquistou a terceira vitória seguida (segunda no Paulistão), acabou com a invencibilidade da equipe campineira em 2013 (17 jogos) e de quebra garantiu a classificação antecipada às quartas de final.

Com os três pontos, o Palmeiras chegou aos 31, em sexto lugar, e não pode mais ser ultrapassado por Linense ou Bragantino, nono e décimo colocados, que têm 24 cada. O time alviverde ainda briga, nas duas últimas rodadas – contra Guarani, em casa, e Ituano, como visitante -, por um lugar entre os quatro primeiros, que dá vantagem de mando de campo nas quartas – o quarto colocado hoje é o Santos, com 33 pontos.

Para a Ponte Preta, a frustração fica por conta da perda da longa invencibilidade – contando com o final da temporada de 2012, eram 19 jogos sem perder – e da chance desperdiçada de ultrapassar o São Paulo e assumir a liderança. Com 34 pontos, segue em segundo lugar, mas agora acossado por Mogi Mirim e Santos, apenas um ponto atrás, e Corinthians, dois.

O JOGO

O gol de Tiago Real logo aos três minutos de jogo deu ao Palmeiras a oportunidade de fazer algo que parecia planejado: recuar a marcação para neutralizar a esperada pressão ponte-pretana. O time, então, posicionou-se mais atrás, dando campo para a Ponte Preta. Mas a ideia de deixar o adversário tocar a bola sem conseguir penetrar, e se possível retomá-la para buscar um contra-ataque, foi comprometida pelos espaços que os campineiros encontraram pelas laterais e também pela dificuldade que a zaga palmeirense tinha para se livrar das bolas lançadas pelo alto contra a sua área.

Por causa disso, os primeiros 20 minutos foram de pressão da Ponte Preta, embora a rigor o time da casa não tenha conseguido grandes chances para marcar. Quando o Palmeiras adiantou um pouco a marcação, conseguiu equilibrar a partida. A equipe campineira passou a ter dificuldade para iniciar suas jogadas. E Ayrton, escalado do meio de campo porque se sai melhor quando atua como ala do que como lateral, fez três boas jogadas seguidas que, em sua sequência, mostravam uma deficiência da zaga da equipe local: a má colocação nas bolas altas. Vale lembrar que, no gol palmeirense, Tiago Real aproveitou-se do cochilo dos zagueiros para se antecipar, após o cruzamento de Wendel, e concluir de cabeça.

O problema é que a defesa do Palmeiras também falhava. E em uma dessas falhas, gritantes, a Ponte Preta empatou, aos 42 minutos. Em um lançamento longo para o lateral-esquerdo Uendel, o lateral-direito do Palmeiras, Wendel, não estava guardando posição – ele teve alguma eficiência no apoio e muita deficiência ao defender, pelo menos na etapa inicial. A cobertura também não existiu e ficou fácil para Uendel dominar e livre, rolar para Ramirez, na cara de Fernando Prass, completar para o gol. No lance, goleiro e meia dividiram, o arqueiro levou a pior e precisou de atendimento médico.

Na etapa final, o nível técnico da partida, que já não havia sido lá esses coisas no primeiro tempo, caiu ainda mais. A Ponte Preta, explorando mais as jogadas pelo lado esquerdo do ataque, em cima de Wendel, era um pouco superior. O Palmeiras voltou com Vinícius no lugar de Caio, mas não conseguia articular jogadas para explorar a velocidade do atacante.

O jogo estava sonolento quando Juninho, em uma das raras vezes que subiu com eficiência, encontrou Leandro entre os zagueiros da Ponte Preta e lançou. O atacante, que no último sábado marcou um gol jogando pela seleção brasileira, não desperdiçou. Bateu cruzado, firme, e fez Palmeiras 2 a 1.

Até o final do jogo, pressão da Ponte Preta, mas nada que assustasse Fernando Prass. E ainda deu tempo de o zagueiro ponte-pretano Cléber ser expulso, com um cartão vermelho direto, ao cabecear o peito de Ronny na lateral do campo.

PONTE PRETA 1 x 2 PALMEIRAS

PONTE PRETA – Edson Bastos; Artur, Cléber, Ferrón e Uendel; Baraka, Bruno Silva (Alemão), Cicinho (Diego Rosa) e Ramirez; Chiquinho (Rildo) e William. Técnico: Guto Ferreira.

PALMEIRAS – Fernando Prass; Wendel, André Luiz, Vilson e Juninho; João Denoni, Ayrton, Charles (Souza) e Tiago Real (Ronny); Caio (Vinícius) e Leandro. Técnico: Gilson Kleina.

GOLS – Tiago Real, aos 3, e Ramirez, aos 42 minutos do primeiro tempo; Leandro, aos 27 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Cléber, Cicinho, William, Ramirez e Ferrón (Ponte Preta); Ayrton, Leandro, Charles e Tiago Real (Palmeiras).

CARTÃO VERMELHO – Cléber (Ponte Preta).

ÁRBITRO – Luiz Vanderlei Martinucho.

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).

© 2013-2016 - Arquibancada Online - Proibida a Reprodução Total ou Parcial sem Divulgar a Fonte.