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Náutico perde do Fluminense no Maracanã: 2 a 0

Náutico perde do Fluminense no Maracanã: 2 a 0
Imagem: Divulgação

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Dando seguimento a uma rodada histórica do futebol nacional, os jogadores de Fluminense e Náutico se limitaram a trocar a bola de um lado para o outro do campo no gramado do Maracanã, após o árbitro Marcos André Gomes da Penha autorizar o início do jogo. Durante cerca de 25 segundos, os 22 atletas fizeram uma grande roda de bobo.

Foi mais uma manifestação do movimento Bom Senso F.C., contra a postura da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que se recusa a discutir as reivindicações dos jogadores, que defendem mudanças estruturais no maltratado futebol brasileiro. Com a bola rolando para valer, o que se viu foi uma partida de baixo nível técnico. O tricolor carioca, brigando contra o rebaixamento, foi menos ruim que os alvirrubros e, depois de nove rodadas, voltou a vencer no Brasileirão: 2 a 0.

Alguém mais desavisado, sem conhecer as campanhas medíocres dos dois times no Campeonato, ao ver os 15 primeiros minutos da partida, podia jurar que tricolores e alvirrubros haviam decidido estender os protestos por mais algum tempo. Mas, não, os atletas não estavam em manifestação. O fraco futebol apresentado nada mais era do que reflexo das capacidades das duas equipes.

Aos 16 minutos, contudo, o Fluminense resolveu quebrar a apatia. Na primeira vez que chegou de forma efetiva ao ataque, após boa arrancada do ex-Náutico Rhayner, Wagner recebeu a bola na risca da meia-lua e chutou. No ângulo direito do goleiro Berna. Indefensável. Um golaço que o meia sequer celebrou. À frente do placar, os tricolores até insinuaram uma ligeira evolução. Mas não passou disso. A partida prosseguiu monótona até o fim da etapa inicial. A monotonia Timbu foi tão grande, que somente aos 43 minutos ocorreu o primeiro chute a gol do Náutico.

Enquanto o alvirrubro voltou para o segundo tempo com a mesma postura apática da etapa inicial, o Fluminense retornou ao jogo esboçando mais atitude e empenho. Procurando pressionar o Timbu em seu campo defensivo desde o recomeço da partida, o tricolor foi premiado com seu segundo gol logo aos cinco minutos. Wagner penetrou na área, chutou cruzado. Berna não foi capaz de agarrar a bola, dando o rebote. Samuel, o carrasco alvirrubro, não desperdiçou e ampliou o placar.

Apesar de suas limitações técnicas, e em noite de estreia do técnico Dorival Júnior, o Fluminense conseguia se impor diante de um Náutico letárgico, completamente entregue em campo. E a situação alvirrubra ficou ainda mais complicada e irreversível após Alison, aos 32 minutos, entrar de forma violenta sobre Rafinha. Expulso, o zagueiro deixou o Timbu com um a menos em campo. Se com 11 jogadores, o time não esboçava qualquer sinal de reação, com 10, restou apenas esperar o fim da partida e torcer para não sofrer mais nenhum gol.

Ficha técnica

Fluminense 2
Diego Cavalieri; Igor Julião, Gum, Leandro Euzébio e Digão; Willian, Jean e Wagner (Felipe); Rafael Sóbis, Marcos Júnior (Samuel) e Rhayner (Rafinha). Técnico: Dorival Júnior.

Náutico 0
Ricardo Berna; Diego, Leandro Amaro e Alison; Derley, Elicarlos, Gustavo Henrique, Tiago Real (Morales) e Bruno Collaço; João Paulo (Auremir) e Rogério (Saullo). Técnico: Marcelo Martelotte.

Local: Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro-RJ). Árbitro: Marcos André Gomes da Penha (ES). Assistentes: Katiuscia Berger Mendonça (ES) e Ramires Santos Cândido (ES). Gols: Wagner (F), Samuel (F). Cartões amarelos: Derley (N), Gustavo Henrique (N). Cartões vermelhos: Alison (N).

Público: 30.844 (total).

Renda: R$ 260.965

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